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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

MONTANHAS... Voltei!

No dia 17 de setembro de 2013, com apenas 18 dias  do pós operatório da bariátrica, eu tive um sonho bom.

Sonhei que levitava e que via tudo do alto.

Ver narrativa do sonho aqui  

Alguma coisa de inatingível. O mais próximo da realidade naquele momento eram as caminhadas curtíssimas próximo de casa.

Estava pesando 96,4 kg.

Sem chances de voar, muito menos de flutuar.

Tudo muito pesado ainda. Inclusive  aquele desejo estranho de estar alto, bem alto.

Das lembranças do sonho tido na noite anterior, brotou em meu coração o desejo de fazer rapel.

Rapel?? Assim, do nada???

Não!

Antes de engordar 30 kg eu já amava as montanhas!! Porém, nunca havia desejado fazer rapel. Então porque esse desejo de grávida de vida???

Ah! Puxa vida. Mas era muita ousadia da minha parte, né não?!

Era algo tão tão distante que eu o deixei guardadinho na caixinha  dos mais ou menos impossíveis.

O tempo foi passando, fui emagrecendo, fui me encontrando e nesses encontros e desencontros eu descobri que devo traçar metas e que elas são realizáveis.



E foi assim que depois de 1 ano, 5 meses e 5 dias,  pesando 66 kg, eu realizei o meu sonho: FIZ RAPEL.




E eu chorei... não de medo! Chorei de emoção. E agradeci a Deus pela oportunidade!








Fui "batizada" em m uma cachoeira linda, com pessoas lindas, com o coração transbordante de felicidade.

Cachoeira de Mathilde. Alfredo Chaves ES.

Não foi fácil não.

Um medo incontrolável ao chegar próximo do local onde as cordas estavam ancoradas.

Tive vontade de voltar atrás.

Foi muito, muito assustador.

Entretanto, Vinicius, o instrutor, foi delicadamente incisivo comigo e deu aquele empurrãozinho que faltava para eu criar coragem.

"Você não veio até aqui para desistir agora!!! Vamos lá!! Você consegue!!"

E eu fui...

E amei...

E vou voltar de novo!

Levitei por cima de tudo, como no sonho!

Flutuei e fui jogada para lá e para cá com a força do vento!

Fiquei encharcada com a água da cachoeira!

Eu fui!

Eu consegui!!!


Eu não vim até aqui pra desistir agora.

Não mesmo!!







domingo, 24 de agosto de 2014

DESPENTEAR-SE É BOM

Descobri, com o passar do tempo, que para eu viver bem,é preciso deixar que a vida me despenteie.
Em assim sendo, decidi aproveitar a vida com mais intensidade, deixando os meus cabelos ao vento...
Descobri também que o que é gostoso, nem sempre engorda.
O que é lindo nem sempre custa caro.
O sol que ilumina o meu rosto nem sempre o enruga.
...
Descobri, em tempo, que o que é realmente bom dessa vida, despenteia.


- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar a pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa ideia colocar aqueles saltos gigantes, deixa meu cabelo irreconhecível.
...
Então, decidi que cada vez que eu me ver quero estar com o cabelo bagunçado e com a certeza de que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
O que realmente importa é que ao me olhar no espelho, eu veja a mulher que devo e quero ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:
Entreguem-se.
Comam coisas gostosas...
Beijem...
Abracem...
Dancem...
Caminhem na grama...
Escalem montanhas...
Enfrentem desafios...
Sonhem...
Permitam-se...
Apaixonem-se...
Relaxem...
Viajem...
Pulem...
Corram...
Durmam tarde...
Acordem cedo...
Voem...
Cantem...
Usem o melhor perfume para agradarem a si próprias...
Arrumem-se para ficarem lindas...
Desarrumem-se para ficarem confortáveis...
Admirem a paisagem...
Aproveitem e, acima de tudo, deixem a vida lhes despentear.
E assim, bem assim, assumidamente descabeladas, sejamos felizes, sempre.





sexta-feira, 23 de maio de 2014

EU HOJE!

Em alguns momentos dos meus últimos dias eu parei para pensar em mim. Isso é raro, porque na maioria do tempo eu vivo pensando no trabalho, nos filhos, na casa...
Fiz uma retrospectiva do que foi a minha vida nos últimos anos.
Casei. Tive dois filhos maravilhosos. Cheguei às bodas de prata. Descasei...
Conheci pessoas. Encantei e desencantei-me com elas.
Alguns desses encantos e desencantos hoje me fazem muito bem. Outros muito mal. Por causa deles tornei-me uma pessoa melhor, mais confiante, mais seletiva e mais decidida.
Por conta de decisões tomadas, minha vida deu uma guinada.
Coração partido, psicológico abalado, escolhas mal feitas, sobrepeso no corpo e na alma.
Quando hoje me olho no espelho eu gosto do que vejo e nem sempre foi assim.
Fisicamente falando, sofri grandes transformações. (Percebo que tudo que me aconteceu foi decorrente do meu estado de espírito). 
Do meu ponto de vista, já fui muito bem, fiquei péssima, hoje estou me sentindo uma nova mulher.
60 kg... 105 kg... 72 kg... Oscilações no corpo e na alma.
Sempre gostei de atividades ligadas à natureza. Acampamentos, trekking, bicicleta, river trekking, montanhismo. Mais à terra do que ao mar. Tenho medo de água. Não sei nadar.
Piolho de academia! Saía dela e ainda ia subir e descer as arquibancadas do Castelão por longos minutos.
Isso me rendeu pernas e pulmões resistentes. O coração, nem tanto! Boooobo demaaaais!
Por causa desse meu jeito atípico (palavras de um não muito conhecido) não tenho muitos amigos da minha idade. Sou amiga dos amigos dos meus filhos. É o preço que se paga.
Quase sempre estive rodeada dessas pessoas jovens e isso me rendeu jovialidade e necessidade de estar perto deles. Não acho que isso seja normal. Mas sou uma pessoa atípica (adoro isso e sempre coloco a culpa nesse termo apropriadíssimo).
As rugas não me fazem mal, mas eu cuido para que elas não destoem das expectativas que encontraram abrigo no meu coração.
A pele sobrando nos braços faz parte do processo de emagrecimento rápido proporcionado pela cirurgia bariátrica que fiz no dia 31.08.2013.
Minha certidão de nascimento agora tem esse termo de averbação.
Um pequeno adendo referente ao meu renascimento.
Do que eu era e ficou para trás restaram lembranças e momentos de profunda reflexão.
Não quero errar de novo naquilo que eu descobri que me fazia mal.
Não me permito sofrer se eu puder sorrir.
Estou buscando, com todas as minhas forças, resgatar o que eu perdi: saúde, filhos, ar, vida.
E não é que eu estou conseguindo?
Ah! Estou.
Eu nem pensava que seria capaz. De tanto que me fizeram pensar que eu era um fracasso, quase que me tornei uma fracassada.
De tanto mentirem para mim achei que ficaria enganada para sempre.
E não é que conselhos de filha fazem milagres?
Não é que afago e carinho ressuscitam pessoas?
Sim. Ressuscitam.
Milagres acontecem.
Sou grata à minha filha pelos puxões de orelha e pela paciência.
Eu fui uma mãe rebelde. Muito rebelde.
Mas agora eu sou boazinha.
Mãe quase perfeita, se é que perfeição existe.
Uma nova Mulher. Sentindo-me linda, poderosa, capaz.
Quando hoje me olho no espelho eu gosto do que vejo e nem sempre foi assim.
Nem no físico nem no emocional. 
Descobri a liberdade.
Liberdade é a palavra chave. Liberdade para sentir, para pensar, para dizer, para respirar, para escolher, para decidir se vou ou se fico, se faço ou desfaço, se amarro ou desamarro, se me debato ou se abraço.
Liberdade de escolha. 
Escolher se vou para a montanha ou para o mar! (Mas você nem gosta de mar, dirão os mais críticos!! No entanto posso me permitir encarar umas ondas e ferrar os meus pés nas areias grossas de Marataízes ou curtir as belezas de Santa Helena).
Escolher se caminho ou se pedalo...
Escolher se vou para o norte ou para o sul...
Escolher se vou ao cinema ou se fico plantada no meu quarto.
Todos as escolhas me levam a um bom lugar, desde que eu esteja em paz.



quarta-feira, 5 de março de 2014

6 MESES DEPOIS DA CIRURGIA - CORTE DO CABELO

Cabelo ontem... preso no eterno rabo de cavalo minguado.




 A tomada de decisão..







Corte finalizado...




Pintura...














E o resultado que me deixou mto feliz!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CONSEQUÊNCIAS INESPERADAS PROVOCADAS PELA CIRURGIA BARIÁTRICA

Poucas sensações são tão desagradáveis para um obeso quanto entrar em uma loja e, mesmo sem dizer uma palavra, ser prontamente informado pelos vendedores de que, “infelizmente, não há roupas que sirvam”. Após a cirurgia bariátrica (a popular redução de estômago), contudo, desconfortos como esse dão lugar a elogios, autoestima elevada e uma nova vida, em que a balança não representa mais um pesadelo. Não é, contudo, sempre assim. Segundo uma pesquisa feita por médicos da Universidade de São Paulo (USP), do Programa de Atenção aos Transtornos Alimentares (Proata) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), vários estudos feitos na última década apontam que, cada vez mais, pacientes que se submetem ao procedimento têm apresentado comportamentos compulsivos, depressão e, em casos extremos, chegam a cometer suicídio — mesmo estando magros como sempre sonharam.

Paulo Sallet, médico assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP e um dos autores do trabalho, conta que a compilação de informações sobre o acompanhamento psicológico pós-cirurgia surgiu a partir de 12 anos de observação dos pacientes operados. Segundo ele, embora grande parte deles tenha efetiva melhora de condições clínicas e funcionais, como menos risco de morrer por doenças cardiovasculares (-56%), câncer (-60%) e diabetes (-92%), alguns podem apresentar complicações psicossociais. “Fatores como autoimagem corporal, traços de personalidade e presença de compulsão alimentar prévios à intervenção, dentre outros, têm sido implicados na evolução e no prognóstico desses pacientes”, completa Sallet. Entre os problemas, está o aumento do transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP), complicação mais recorrente nos pacientes da cirurgia.

Por outro lado, o médico diz que, em alguns casos, é possível que condições psiquiátricas prévias se agravem, ou até mesmo novas doenças surjam após a cirurgia. “Provavelmente, essas novas patologias são resultantes de fatores como necessidade de adaptação psicossocial à nova condição e de alterações psíquicas decorrentes de deficit nutricional”, detalha Sallet. Segundo o estudo, de 20% a 70% das pessoas que procuram a cirurgia têm histórico de transtornos mentais.

Qual seria, então, a ligação entre essas doenças e a obesidade? Seria o excesso de peso o responsável pelo sofrimento psicológico ou são os problemas psíquicos que induzem a um estilo de vida alimentar e comportamental que leva ao aumento de peso? De acordo com o médico, as duas coisas — e mais um pequeno, porém importante, detalhe: a genética. “Para que se tenha uma ideia, a taxa de concordância de obesidade em gêmeos fraternos é descrita como em torno de 20% a 30%, enquanto que em gêmeos geneticamente idênticos ela sobe para 70% a 80%”, exemplifica.

Preparação 
Antes de se submeter à cirurgia bariátrica, além de meditar sobre as mudanças desejadas, Tulio Marcos da Cunha, médico-cirurgião do aparelho digestivo e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), explica que os aspirantes a pacientes devem passar por exames pré-operatórios fundamentais. Os testes consistem em avaliações nutricionais, cardiológicas e endocrinológicas. “E um deles é a avaliação psicológica, na qual os médicos avaliam e preparam o obeso para o procedimento”, complementa o médico. Ao todo, os pacientes precisam esperar de dois a seis meses até que todos os testes sejam concluídos.

Muitas vezes subestimado, especialmente após a cirurgia, Cunha salienta que o acompanhamento psicológico não é uma maneira de dar dicas sobre como ser magro. O objetivo principal, na verdade, é acompanhar o processo de adaptação da operação ao modo de vida do paciente. “É importante que fiquem claros os objetivos do tratamento e a parte do próprio paciente, ou seja, no que ele vai precisar colaborar”, acrescenta. Paula Luciana da Silva, psicóloga clínica que atua no acompanhamento de pacientes bariátricos, reforça: essa colaboração não pode ser deixada de lado um minuto sequer. “Não trabalho com expectativa de alta, porque, a partir do momento que estabelecemos um tempo, podemos negligenciar alguns dados”, completa.

Esses dados podem ser cruciais para que o ex-obeso, realmente, adapte-se à nova vida sem sofrimento. É no consultório do psicólogo que eles entenderão o papel da comida em suas vidas e, principalmente, como vencer eventuais frustrações sem precisar dela como muleta. “A pessoa está operando o estômago, não a história de vida”, comenta a psicóloga. Ainda que não volte a engordar, ela salienta que os conflitos continuam ali e precisam ser trabalhados. “Eles têm medo de errar e a cobrança fica maior. Aí vem a frustração, que pode desencadear compulsões.”

“Na cabeça”
Desde que fez a cirurgia bariátrica, há um ano e oito meses, Vanessa Steiner, 39 anos, não passa mais apuros quando precisa comprar roupas. Na verdade, agora ela se policia para acertar a própria numeração. “Sempre peço números maiores. Você emagrece e não se vê magra”, justifica. Se, antes, a engenheira era “ignorada” pelas outras pessoas, agora ela conta que a realidade é bem diferente: de repente, começou o assédio masculino — e até mesmo a desconfiança de amigas casadas ou compromissadas. “Antes, você era a gordinha simpática. Agora, você é uma ameaça.”

De todas as dificuldades que enfrentou para se adaptar ao novo corpo, Vanessa conta que as mais tortuosas se passaram dentro de sua própria mente. “Tudo de ruim que acontece comigo, desconto nos doces”, resume. “O sentimento que tenho é de estar viciada. Vejo reportagens sobre drogados e me enxergo neles.” Mesmo com o acompanhamento psicológico, ela reconhece que superar antigos traumas e novas obsessões é uma tarefa a ser cumprida a longo prazo. “As pessoas trocam comida por outras coisas, como comprar sem parar e ficar viciado em sexo. No meu caso, a compulsão continuou. Por isso, acho que a cirurgia deveria ser na cabeça”, brinca.

Ao contrário de Vanessa, Bianca Torres, 48 anos, conta que não teve problemas de adaptação, nem antes nem depois da cirurgia. “Isso só acontece com pessoas que não foram bem orientadas pela equipe médica”, sustenta. Para se preparar para a operação, Bianca leu sobre os prós e os contras por sete anos antes de se decidir. Se antes da operação a pedagoga já se considerava uma “gordinha bem resolvida”, quatro anos depois da intervenção ela é só autoestima. Sobre amigas que passaram a gastar o salário com lingeries e sapatos aos homens que se tornaram mulherengos, Bianca tem uma opinião forte: falta informação. “A cirurgia é apenas um coadjuvante no processo de emagrecimento”, ensina. “Passamos de obesos a pessoas normais, e elas também têm que se controlar para não engordar.”

Dados preocupantes

Os autores do trabalho brasileiro citam outro estudo, feito em 2007 por pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, que ilustra a incidência de mortes entre pessoas que passaram pela cirurgia. Segundo os americanos, mortes associadas a acidentes e/ou suicídio são 58% maiores em indivíduos no estágio pós-cirúrgico quando comparados aos que não fizeram a operação — isso sem contar os óbitos associados a comportamentos impulsivos, como bulimia e acidentes de trânsito. A maior parte dos suicídios se deu após apenas um ano da intervenção.

Mais e mais rapidamente
Como o próprio nome sugere, o transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) caracteriza-se por episódios em que a pessoa passa a se alimentar compulsivamente, em quantidades significativamente maiores que indivíduos normais consumiriam. Além de comerem desenfreadamente, pacientes com o transtorno comem mais rápido que o normal e, geralmente, o fazem sozinhos, com vergonha do julgamento alheio. Após as crises, é comum sentir-se angustiado e frustrado. Sentir-se mal consigo mesmo, deprimido ou com culpa em excesso também é consequência comum — o que, obviamente, influencia no bem-estar psicológico dessas pessoas. Embora tenha sido observado principalmente em pessoas obesas, o transtorno também acomete indivíduos com peso normal.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2011/10/24/interna_ciencia_saude,275280/consequencias-inesperadas-provocadas-pela-cirurgia-bariatrica.shtml
Ações do documento

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ELIMINADOS 25,1 KG

Hoje completo 143 dias de redução de estômago..

25,1 kg eliminados.


Com este peso já consegui concluir atividades que antes nem sonhava, tais quais...

Uma caminhada litorânea de 14 km, basicamente toda ela na areia...



Caminhadas diárias de 8 a 12 km...



Subir morro sem fazer zig-zag.



Posar de patroa de vez em quando.




E ainda rir da piadinha alheia, sabendo, com o coração leve, que já eliminei da minha vida  todos os itens abaixo!


Não estou magérrima!

Ainda!

Mas eu consigo!






sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

BOLO DE BANANA SEM GLÚTEN E SEM LACTOSE


Fiz o tal bolo de banana que não leva açúcar, nem leite,  nem  manteiga e nem farinha ... Ficou divino !!!
Bolo saudável (sem leite, sem açúcar e sem farinha!)
3 ovos
5 bananas nanicas bem maduras
2 xícaras de aveia
1 copo de damasco picado
1/2 copo de nozes picadas
1/2 copo de uva passa
1/2 copo de ameixa preta picada
1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de Preparo
Bater no liquidificador os ovos com as bananas.
Passar para um refratário e misturar os outros ingredientes
Colocar em forma untada e assar em forno médio até dourar.


Bolo saudável (sem leite, sem açúcar e sem farinha!)

3 ovos 
5 bananas nanicas bem maduras
2 xícaras de aveia
1 copo de damasco picado
1/2 copo de nozes picadas
1/2 copo de uva passa
1/2 copo de ameixa preta picada
1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de Preparo
Bater no liquidificador os ovos com as bananas. Passar para um refratário e misturar os outros ingredientes Colocar em forma untada e assar em forno médio até dourar.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

SORVETE DE GELATINA

 

Ingredientes

  • 1 envelope de gelatina do sabor que desejar
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite

Modo de preparo

  • Dissolva a gelatina conforme o indicado na embalagem
  • Feito isso, bata no liquidificador juntamente com o leite condensado e o creme de leite
  • Leve para o congelador
  • Quando estiver bem firme, retire a mistura do congelador e bata na batedeira até que dobre o volume
  • Coloque em um pote com tampa para não formar cristais de gelo, deixe congelar






"Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis." (1 Tessalonicenses 5:9-11)

RABANADA LIGHT (ASSADAS)


Estamos a alguns dias do Natal, dia de reunir a família e amigos para confraternizar e nada mais tradicional dessa época do ano do que rabanada para compor sua mesa na ceia.
E por que não fazer uma rabanada light ao invés de uma rabanada super calórica?
Separei para você uma receita simples, light e divertida de preparar.

INGREDIENTES
  • 1 pão de rabanada (+/- 10 porções)
  • 4 xícaras de leite desnatado
  • 2 canelas em pau
  • 4 cravos
  • 2 ovos 2 claras
  • 4 colheres de sopa de mel
  • 6 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 2 colheres de chá de canela

MODO DE PREPARO
Aqueça o leite em uma panela por 10 minutos no fogo baixo, com a canela e o cravo. Retire do fogo misture bem o mel e deixe esfriar por uns 30 minutos.
Corte o pão de rabanada em fatias de aproximadamente 2 cm.
Coloque os ovos e as claras em um recipiente, misture com ajuda de um garfo e reserve.
Com o pão já cortado, mergulhe-o no leite um a um, deixando hidratar bem. Apertando levemente, retire o excesso de leite.
Passe cada fatia nos ovos e coloque-as em um tabuleiro levemente untado com margarina.
Asse as rabanadas no forno pré-aquecido a 190º, por 5 minutos.
Vire e deixe assar o outro lado por mais cinco minutos.
Retire do forno e passe cada rabanada na mistura de canela e açúcar mascavo.

DICAS
Quanto mais tempo o leite ficar descansado com as especiarias e o mel, mais saborosas as rabanadas ficarão.
O forno precisa estar bem quente para que as rabanas não ressequem.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

101 DIAS DEPOIS DA BARIÁTRICA - QUEDA DE CABELOS

Tenho notado o início da queda dos meus cabelos...
Aliás, para melhor esclarecer, eles estão se jogando da minha cabeça.
Isso  faz  parte do processo de emagrecimento no caso daqueles que optaram pela bariátrica.



O que dizem os especialistas sobre o assunto?

Queda de cabelo após a cirurgia bariátrica é normal?

Durante o período pós-operatório de redução de estômago, o paciente submetido à cirurgia bariátrica (gastroplastia) pode notar um aumento na queda dos cabelos. Porém, quando ocorre, esse é um processo normal devido à adaptação do corpo.
Uma discreta queda de cabelo pode acontecer em até 70% dos pacientes durante o processo de emagrecimento, após a cirurgia bariátrica. Este fato ocorre geralmente entre o terceiro e quarto mês após a redução de estômago e se estende até o oitavo e, é motivado pela rápida perda de peso que faz com que o organismo economize na produção de proteínas, zinco e nutrientes fundamentais para a manutenção dos cabelos.
Considera-se que o uso de vitaminas específicas para os cabelos e para as unhas são fundamentais nesta fase de pós-operatório da cirurgia para redução do estômago.
Como amenizar a queda de cabelo após a gastroplastia?
A principal forma de diminuir a queda de cabelos após a cirurgia bariátrica é consumir alimentos ricos em proteínas como leite, carnes, clara de ovo, queijos brancos, cereais integrais, castanhas, feijão, grão de bico, ervilhas e bastante água. Bem como, alimentos repletos de zinco como carnes de vaca, amendoim e legumes. Tudo de acordo com a fase de dieta que o paciente esteja.
Se a queda de cabelo persistir após o oitavo mês, período em que a perda é geralmente controlada, o paciente deverá procurar o seu médico ou nutricionista para identificar as possíveis causas.

Equipe do Dr. Thales Delmondes Galvão*
*O Dr. Thales Delmondes Galvão atende no Gastro Obeso Center

101 DIAS DEPOIS DA BARIÁTRICA - VOLTA AO TRABALHO

Hoje retorno ao meu trabalho!
Acordei e já convidei o Espírito Santo de Deus para ficar comigo durante todo o dia.
Fiquei muito angustiada ontem. Tive até dor de cabeça, mas acho que foi de pura ansiedade.
Não sei o que me espera lá no Fórum depois de mais de três meses licenciada.




Sofrendo por antecipação!
Retornar ao ritmo de Cartório, aos piques de audiência, acho que vai ser gratificante para a minha vida.
Tenho ficado um pouco só em casa e rever os velhos e sempre amigos vai ser bom!
Estou com saudade de todos.
Que Deus tome conta de todos os meus momentos!
Que cada processo que eu pegar possa ser analisado criteriosamente e que tudo dê certo.
Que eu possa atender réus, partes, familiares, vítimas com a mesma alegria de sempre.
Que eu consiga ser a mesma Cida acolhedora todos os dias.
Agora, com uma diferença, 19.5 kg mais magra e com mais possibilidade de render e produzir.

Obrigada, meu Deus, por ter me permitido passar por tudo o que passei e me conceder a graça de ter um trabalho e para ele voltar depois desses dias de convalescença.

Bom dia a todos.



"Mas todo aquele que quiser, entre vós, fazer-se grande, que seja vosso serviçal; e qualquer que, entre vós, quiser ser o primeiro, que seja vosso servo, bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos." (Mateus 20:26b-28)






quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

CHURRASQUINHO DE MELANCIA

Com esse calorão, nada melhor que um churrasquinho desses!







"Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o distribuirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo." (1Coríntios 4:16,17)








terça-feira, 3 de dezembro de 2013

FAÇA VÁRIAS CIRURGIAS PLÁSTICAS


Uma para corrigir o nariz empinado pelo orgulho e pela soberba.

Outra na correção da língua venenosa e ardilosa.

E nos lábios que demarcam sua tristeza interior.

Drenagem linfática para retirar o orgulho, a inveja e a ingratidão.

Diversos peelings profundos na culpa e no remorso.

Faça uma dermoesfoliação nas cicatrizes deixadas pela falta de perdão e pelo ódio assim como no rancor envelhecido.

Uma máscara facial para retirar as expressões de mágoas e ressentimentos, igualmente nas asperezas da insensibilidade no trato com as pessoas.

Depois complete com uma hidratação de sorriso e alegria hidrate suas mãos todos os dias com a prática da solidariedade.

Coloque lentes coloridas da paciência iluminando o seu olhar...

Realize um implante de entusiasmo e atitude positiva.

Realce o cabelo com luzes da consciência tranquila e da paz de espírito.

Finalize com uma hidromassagem usando sais da generosidade e pétalas da tolerância que é bom para o coração e a alma.

Observação: esses ingredientes não são encontrados nas melhores lojas do ramo.

Estão dentro de você.








Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou. (Salmos 95:6)






segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

3 MESES DEPOIS DA BARIÁTRICA



Neste período muitas coisas aconteceram...
Umas boas, outras ruins...
Muitas alegrias, algumas tristezas...
Só posso dizer que  estou vivendo momentos ímpares na minha vida. 
Hoje sei o valor que "EU" tenho que dar a mim mesma.
Os que me rodeiam muitas vezes me tratam como mera coadjuvante de sua existência.
Estou descobrindo que eu preciso ser a atriz principal desse espetáculo único que se chama "MINHA VIDA".

Eliminados exatos 18,9 kg...
Satisfeita com o resultado.




quinta-feira, 28 de novembro de 2013

E QUANDO A FOME BATE ANTES DA HORA?

Lições que aprendi na minha última consulta com a nutricionista

Apesar de muita gente acreditar que gastroplastizado não sente mais fome (Sim! Tem quem acredite mesmo que vivamos de luz), infelizmente uma hora ela volta com força total e nos faz lembrar o quão difícil é o controle sobre ela.

Na fase inicial da gastro, mais precisamente nos 2 primeiros meses nem temos muito tempo de sentir fome, no primeiro mês então acho que ninguém sente, ou pelo menos deve ser um percentual muito pequeno, porque tomar 50ml a cada 30 minutos não deixa tempo para essa danada aparecer.

Só que fase copinhos não dura pra sempre.........

Daí quando começamos a inserir os sólidos, temos muitas vezes aquela sensação de peso, está tudo meio revirado por dentro e míseros 100 g de comida já deixam a pessoa empanturrada..

Ah! Mas isso também não dura para sempre....

A vida vai entrando no eixo, o organismo vai se habituando e a fome... Ah! Essa volta mesmo...

E como lidar com ela?

Seguir as orientações nutricionais é o primeiro passo. Comer o que é indicado a cada fase, no tempo certo e nas quantidades certas. Isso faz enorme diferença.

E como saber se é fome mesmo ou mania de mastigar? Cabeça de gordo atacando?

Primeiro verificar se está comendo as quantidades indicadas.. Isso Mesmo. Muita gente tem MEDO de comer tudo o que é indicado pela nutricionista, seja por medo de não chegar à meta, seja por medo de engordar e o resultado pode ser uma fome antecipada. Se o recomendado é comer por exemplo, 2 colheres de arroz, 2 de feijão, 1 bife e 2 colheres de salada e comemos somente a metade, com certeza a fome aparecerá antes do tempo..

Verifique sua mastigação.. Quanto mais devagar fizer sua refeição maior será a sensação de saciedade e por maior tempo se prolongará. Além do que a tendência é que comendo rápido você entale, o que fará com que deixe o restante da comida no prato que consequentemente levará a fome antecipada.

Veja se realmente está consumindo tudo o que é recomendado, por exemplo, cortar o carboidrato de uma refeição pode implicar em sentir fome mais cedo.O prato precisa ser balanceado.

Se está consumindo tudo o que é sugerido, e mesmo assim a fome está lá... Tente optar por alimentos integrais, eles demoram mais a ser digeridos e isso ajuda a manter a saciedade elevada.

Não pule refeições e ao identificar o horário em que essa fome fora de hora mais aparece tente diminuir o horário para comer de duas em duas horas.Não é uma regra para todo mundo comer a cada 3 horas, alguns metabolismos ficam bem acelerados após a gastro, e precisa levar em consideração também o modo de vida de cada um.

Além dos alimentos integrais, mix de nozes, amendoim e castanhas ajudam a manter a saciedade, assim como investir em aveia, linhaça, granola, chia e afins.. Vale por exemplo lanchar uma banana pequena com 1 colher de aveia, ou um punhado de castanha.

É importante tentar identificar, diferenciar fome mesmo daquela famigerada vontade de comer. Então se a tal fome aparecer antes de ser convidada vale tomar uma água gelada, um chá de hibisco, um chá de maracujá. Dá um tempinho e ai se não tiver jeito procurar algo mais saudável e menos calórico pra consumir.

O ideal é ter sempre a mão uma opção saudável, com baixa caloria para esses momentos. Se estiver em casa a gelatina diet ajuda super bem. Mas se estiver na rua, lembre-se sempre de ter uma opção na bolsa e aí vale uma fruta ou um suco.

Uma razão muito comum para ocorrer a fome fora de hora é a ansiedade, portanto, em momentos de tensão tenha cuidado, evite acumular bobagens em casa, na mesa do escritório para não correr o risco de enfiar os dois pés na jaca.

E se não resistiu a fome,o que fazer depois?

Bom, se não teve jeito e comeu besteira ou mesmo que tenha comido saudável porém foi a mais da conta, o jeito é retomar de onde parou. Pois é, não adianta chorar o leite derramado e se entupir de alface ou cortar o jantar, o negócio é na refeição seguinte comer a quantidade indicada e tentar o máximo seguir o que foi prescrito.

É uma fórmula?

Longe disso.. Infelizmente não temos uma fórmula que cure a fome descabida, mas temos que pelo menos tentar nos manter focados, nos esforçarmos para que dê certo. Se essa fome está constante vamos buscar ajuda, vamos ver o que precisa ser alterado na dieta, se a quantidade está certa.

O acompanhamento nutricional tem a função de ajudar a nos reeducarmos, e é através dele que vamos observando nossas mudanças alimentares. Entretanto, não basta ir a nutri no primeiro mês e não ir nunca mais porque conforme cada fase depois da gastro há necessidades nutricionais distintas. Lembrando que não vale SEGUIR dieta alheia, a dieta precisa ser personalizada, e no máximo comparada com a de alguém e não a base.